Hérnia de Disco Lombar

A hérnia de disco lombar ocorre quando os discos intervertebrais, estruturas cartilaginosas que funcionam como amortecedores entre as vértebras da coluna, sofrem uma ruptura. O material gelatinoso interno do disco (núcleo pulposo) extravasa e comprime as raízes nervosas próximas, gerando uma inflamação intensa e dor que pode ser incapacitante.

As causas são multifatoriais, envolvendo desde o envelhecimento natural, que desidrata os discos tornando-os menos flexíveis, até fatores genéticos. No entanto, o estilo de vida moderno tem um peso enorme: má postura ao sentar, sedentarismo, obesidade, tabagismo e o hábito de carregar peso de forma incorreta são grandes vilões que aceleram o desgaste da coluna.

O sintoma mais característico não é apenas a dor lombar, mas a dor ciática: uma dor que começa nas costas e “desce” para o glúteo, coxa e perna, podendo chegar até o pé. Além da dor, o paciente pode sentir formigamento, dormência e, em casos mais graves, perda de força na perna ou no pé, o que indica um comprometimento neurológico maior.

O diagnóstico começa com uma avaliação clínica detalhada, onde o médico realiza testes de mobilidade e reflexos. Embora o Raio-X mostre a estrutura óssea, a Ressonância Magnética é o exame fundamental, pois permite visualizar com clareza os discos, a localização exata da hérnia e o grau de compressão dos nervos.

A boa notícia é que a grande maioria dos casos não precisa de cirurgia. O tratamento conservador é altamente eficaz e baseia-se no uso de medicamentos para controlar a dor aguda, repouso relativo e, principalmente, fisioterapia. Exercícios de fortalecimento do “core” (musculatura abdominal e lombar) e reeducação postural são essenciais para evitar crises futuras.

A cirurgia fica reservada para pacientes que não melhoram após semanas de tratamento conservador ou que apresentam perda de força progressiva. Hoje, técnicas minimamente invasivas, como a endoscopia de coluna, permitem uma recuperação muito mais rápida. Se você sofre com dores nas costas que irradiam para as pernas, agende uma avaliação com o Dr. Alessandro Leite para um diagnóstico preciso.

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Alessandro Leite

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Você deve procurar um ortopedista se sentir dores persistentes em articulações, ossos ou músculos que não melhoram com repouso, ou se sofreu uma lesão aguda (como uma entorse ou fratura). Dificuldade para realizar movimentos, inchaço, instabilidade articular ("falseios") ou deformidades visíveis também são sinais importantes para agendar uma avaliação especializada.

Não, muito pelo contrário. A grande maioria das condições ortopédicas é tratada com sucesso de forma conservadora. A primeira linha de tratamento quase sempre envolve métodos como fisioterapia, medicamentos, infiltrações e mudanças no estilo de vida. A cirurgia é recomendada apenas para casos específicos em que o tratamento conservador não foi eficaz ou para lesões estruturais graves que exigem reparo.

A fisioterapia é uma parte fundamental e indispensável do tratamento ortopédico, tanto nos casos conservadores quanto nos pós-cirúrgicos. Ela é essencial para restaurar a força muscular, recuperar a amplitude de movimento, corrigir desequilíbrios e garantir que você retorne às suas atividades diárias e esportivas com segurança e confiança, prevenindo novas lesões.

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