Síndrome do Túnel do Carpo

A Síndrome do Túnel do Carpo é uma neuropatia causada pela compressão do nervo mediano ao passar pelo canal do carpo, uma passagem estreita localizada no punho. Esse nervo é vital para a sensibilidade da palma da mão e dos dedos (exceto o mindinho), além de controlar a musculatura da base do polegar. Quando o espaço nesse túnel diminui, o nervo sofre pressão, gerando sintomas neurológicos.

As causas são multifatoriais, mas frequentemente estão ligadas ao aumento da pressão dentro do canal devido à inflamação dos tendões flexores. Isso é comum em atividades que exigem movimentos repetitivos de flexão e extensão do punho, como digitar ou manusear ferramentas. Fatores hormonais (gravidez e menopausa), diabetes e artrite reumatoide também são grandes predisponentes.

O sintoma mais característico é a parestesia: uma sensação de formigamento e dormência que afeta principalmente o polegar, o indicador e o dedo médio. Esses sintomas costumam piorar à noite, chegando a acordar o paciente. Com o tempo, pode haver perda de força na mão, dificuldade para segurar objetos e uma sensação de choque ao mover o punho.

O diagnóstico é feito clinicamente através de testes específicos (Phalen e Tinel) que reproduzem o formigamento no consultório. Para confirmar a extensão do dano nervoso, a Eletroneuromiografia é o exame padrão-ouro, medindo a velocidade de condução elétrica do nervo. O ultrassom também ajuda a visualizar o espessamento do nervo mediano.

O tratamento inicial é conservador e costuma ter bons resultados. O uso de órteses noturnas (munhequeiras rígidas) para manter o punho em posição neutra é a primeira linha de defesa, aliviando a pressão sobre o nervo durante o sono. Anti-inflamatórios, fisioterapia para mobilização neural e ajustes ergonômicos no trabalho complementam o cuidado.

A cirurgia de liberação do túnel do carpo é indicada quando há risco de lesão permanente do nervo (atrofia muscular) ou quando a dor não cede com o tratamento conservador. O procedimento visa abrir o ligamento transverso para descomprimir a região. Se suas mãos vivem formigando, agende uma avaliação com o Dr. Alessandro Leite para prevenir sequelas.

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Dr.
Alessandro Leite

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Você deve procurar um ortopedista se sentir dores persistentes em articulações, ossos ou músculos que não melhoram com repouso, ou se sofreu uma lesão aguda (como uma entorse ou fratura). Dificuldade para realizar movimentos, inchaço, instabilidade articular ("falseios") ou deformidades visíveis também são sinais importantes para agendar uma avaliação especializada.

Não, muito pelo contrário. A grande maioria das condições ortopédicas é tratada com sucesso de forma conservadora. A primeira linha de tratamento quase sempre envolve métodos como fisioterapia, medicamentos, infiltrações e mudanças no estilo de vida. A cirurgia é recomendada apenas para casos específicos em que o tratamento conservador não foi eficaz ou para lesões estruturais graves que exigem reparo.

A fisioterapia é uma parte fundamental e indispensável do tratamento ortopédico, tanto nos casos conservadores quanto nos pós-cirúrgicos. Ela é essencial para restaurar a força muscular, recuperar a amplitude de movimento, corrigir desequilíbrios e garantir que você retorne às suas atividades diárias e esportivas com segurança e confiança, prevenindo novas lesões.

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